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| Imagem: Reprodução |
A
proposta foi apresentada pelo conselheiro Sebastião Caixeta (foto) e relatada pelo conselheiro
Leonardo Accioly, destaca informação de Rayssa Brito, da assessoria de imprensa
do colegiado, na capital federal.
O
objetivo do comitê é elaborar estudos e propor medidas para o aperfeiçoamento
da atuação do Ministério Público quanto ao tema.
De
acordo com a proposta aprovada, entre outras atribuições, compete ao comitê
promover o levantamento de dados estatísticos, sempre que possível desagregados
por gênero, idade, etnia, cor da pele, ocupação e nível cultural, relativos ao
número, à tramitação e outros dados relevantes sobre procedimentos
administrativos instaurados pelo Ministério Público que tratem da exploração de
pessoas em condições análogas à de trabalho escravo e tráfico de pessoas.
Em
relação ao texto original da proposta, Leonardo Accioly propôs uma alteração
para que a composição do comitê seja paritária entre membros dos Ministérios
Públicos estaduais, Federal e do Trabalho, como forma de garantir
representatividade adequada a essas instituições.
Assim,
o Comitê Nacional será composto por três conselheiros do CNMP, indicados pelo
Plenário; um membro do MP auxiliar, indicado pela Presidência do CNMP; e seis
membros do MP, sendo dois dos MPs estaduais, dois do Ministério Público Federal
e dois do Ministério Público do Trabalho, indicados pelos respectivos
procuradores-gerais de Justiça.
Além
disso, o presidente e o vice-presidente do comitê serão escolhidos entre os
conselheiros do CNMP.


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