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| Imagem: Ilustração |
Ao
todo, foram julgados quase 3.300 processos, sendo 2.385 recursos ainda físicos
e 855 em formato digital, cuja coleta de dados foi realizada diretamente no
Sistema de Acompanhamento Judicial (SAJ) e no banco do Processo Judicial
Eletrônico (PJe), reunidos com o auxílio dos colaboradores que integram o
órgão.
Ao
todo, de acordo com o relatório, foram realizadas 47 sessões com processos
físicos e 46 com processos eletrônicos, já que, na primeira sessão do ano,
apenas os recursos físicos foram julgados pelos desembargadores que formam a
Câmara Criminal, Gláuber Rêgo (presidente), Gilson Barbosa e Saraiva Sobrinho.
O
mês com o maior número de sessões foi o de julho, com cinco realizadas,
salienta informação do portal virtual do TJRN.
Ainda
de acordo com os dados coletados, o terceiro trimestre do ano é que teve o
maior número de processos julgados, com o total de 972 decisões proferidas,
seguidas pelo segundo trimestre, com 906 julgamentos; o quarto trimestre com
840 e o primeiro, que teve 522 acórdãos do colegiado criminal do TJRN.
Não
sendo coletados, em tempo, os dados relativos a processos que tramitam em
segredo de justiça e que se somam ao total apreciado no ano.
O
relatório ainda apresenta o quantitativo de advogados que fizeram uso da tribuna no órgão julgador, o que amplia a preservação do direito ao contraditório
e a ampla defesa, garantido constitucionalmente e facilitado pela ordem
regimental da Câmara.
Ao
todo, 123 advogados das partes, bem como representantes do Ministério Público,
realizaram sustentações orais no órgão julgador.


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