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| Imagem: Reprodução |
O
dado foi apresentado nesta terça-feira (28) durante o 4º Encontro da Aliança Latino-americana
Anticontrabando, na capital federal.
O
evento reuniu representantes de entidades ligadas ao comércio, indústria e
segurança de diversos países da América do Sul, além de autoridades brasileiras.
Entre
os pontos que destacam a necessidade de uma melhora nas estratégias e políticas
contra esse tipo de crime, estão os reflexos que a atividade causa.
Em
um primeiro momento, um aumento de questões ligadas ao crime, ressalta
informação de Raphael Costa, repórter da Agência
do Rádio.
Entre
as propostas apresentadas para combater esse tipo de crime, estão ações
econômicas, que passam por burocratização, redução de tributos e o combate à
sonegação é inadimplência fiscal.
Já
entre as ações policiais, as entidades defendem uma maior troca de informação
entre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário além dos Ministérios
Públicos Federais e estaduais, criando forças tarefa nas áreas de inteligência,
gestão e operacional.
Segundo
o Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, o contrabando de cigarros
representam 67,44% de todas as apreensões.
A
grande liquidez do produto explica o porquê de ser um dos produtos mais
contrabandeados.


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