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| Imagem: Ilustração |
O
banco de informações criado pelo CNJ por determinação da presidente do órgão,
ministra Cármen Lúcia, estará disponível na paginada instituição na internet.
Conforme
matéria assinada por Storni Júnior, repórter da Agência do Rádio, o sistema informa que, em março de 2018, havia
514 presas gestantes ou amamentando em unidades penitenciárias do país: 308
mulheres estão grávidas e 206 são lactantes.
Segundo
o CNJ, essa é a primeira vez que a Justiça detalha e disponibiliza informações
sobre gestantes e lactantes custodiadas pelo estado.
A
medida confere maior transparência em relação a essa informação e permite que o
Judiciário conheça e acompanhe, continuamente, não só a situação dessas mulheres,
mas também a de seus filhos.
O
banco é alimentado pelos Grupos de Monitoramento e Fiscalização do Sistema
Carcerário (GMFs), criados conforme Resolução nº 96/2009 do CNJ e vinculados
aos tribunais da Justiça estaduais.
Os
estados têm até o quinto dia útil do mês corrente para lançar as informações,
apuradas no mês anterior.
No
cadastro não consta o número de mulheres gestantes ou lactantes que cumprem
prisão domiciliar, tendo em vista que elas não estão custodiadas no sistema
prisional.


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