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| Imagem: Ilustração |
O
segundo recurso mais utilizado é a economia de gastos ou cortes no orçamento
(24%), seguida da geração de renda extra (18%) e do uso do 13º salário (11%).
Outros
8% optaram por contrair um empréstimo consignado, relata a informação da
assessoria de imprensa.
No
geral, a pesquisa aponta que 72% dos entrevistados tentaram renegociar as dívidas
após terem o CPF negativado, sendo que 45% tiveram a iniciativa de propor um
acordo direto ao credor e 27% foram procurados pela empresa, que ofereceu novas
condições para acertarem as contas.
Outros
24% não arriscaram uma tentativa de acordo, seja por falta de tempo (15%) ou
por não saberem como fazer (8%), apesar de estarem dispostos a participar de
uma negociação dos débitos.


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