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| Imagem: Ilustração |
Em
pouco menos de cinco décadas, o total de médicos aumentou num ritmo três vezes
maior do que o de brasileiros.
No
entanto, esse salto não trouxe os benefícios que a sociedade espera.
Essa
é uma das conclusões da pesquisa Demografia
Médica 2018, realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São
Paulo (USP), com o apoio institucional do Conselho Federal de Medicina (CFM) e
do Conselho Regional de Medicina de SP.
Os
resultados serão apresentados à imprensa, em coletiva a ser realizada nesta
terça-feira (20), a partir de 10h, na sede do CFM, em Brasília, transmite
informação da assessoria de imprensa do órgão.
Os
números mostram a grande concentração de profissionais nas regiões mais
desenvolvidas, nas capitais e no litoral.
Por
exemplo, o Sudeste é a região com maior razão de médicos por 1.000 habitantes
(2,81) contra 1,16, no Norte, e 1,41, no Nordeste.
Somente
o estado de SP concentra 21,7% da população e 28% do total de médicos do país.
Por
sua vez, o DF tem a razão mais alta, com 4,35 médicos por mil habitantes,
seguido pelo RJ, com 3,55.
Na
outra ponta estão estados do Norte e Nordeste.
O
MA mantém a menor razão entre as unidades federativas, com 0,87 médico por mil
habitantes, seguido pelo PA, com razão de 0,97.
Na
oportunidade, os representantes das entidades médicas apresentarão suas
justificativas para a distorção e as propostas de solução para o problema.


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