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| Foto: Reprodução |
A
intenção do prefeito da cidade salineira de Macau, Túlio Lemos (PSD), de
parcelar o pagamento dos salários herdados da administração do ex-prefeito
Einstein Barbosa (PRB), não agradou ao funcionalismo municipal.
A
reação contrária da categoria foi manifestada por meio da diretoria do Sindicato
dos Servidores Públicos Municipais de Macau (SINDSMAC).
O
tema foi registrado em notícia publicada pela página eletrônica da Federação
dos Trabalhadores em Administração Pública do RN (FETAM/RN).
Leia:
Absurda. Essa é a
definição dada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Macau
(SINDSMAC) à proposta do prefeito da cidade, Túlio Lemos, de parcelar o
pagamento do mês de dezembro, em 25 parcelas mensais. A proposta foi feita na
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017, durante reunião entre o chefe do
Executivo local e membros da diretoria do SINDISMAC. O encontro foi realizado
com a finalidade apresentação, por parte da prefeitura, de propostas para
pagamentos de salários atrasados. A prefeitura deve aos servidores ativos o mês
de dezembro, e aos inativos os meses de novembro e dezembro. Todos de 2016. “Essa
proposta é um absurdo e uma vergonha”, classifica Gilson Barbosa, presidente do
SINDSMAC. Pela proposta, o prefeito pretende pagar, até 31 de março: dezembro
de 2016 dos professores que ficaram pelo Brasil Carinhoso; folha de pagamento
dos inativos de novembro de 2016 relativa aos que ganham 1 salário mínimo;
folha de pagamento dos ativos que ganham até 1 salário mínimo; folha de novembro de 2016 dos ativos que
ganham até 2 salários mínimos; folha do 1/12 avos do 13º salário correspondente
ao período de greve. A soma desses pagamentos é R$ 375.356,40. A proposta foi
feita para todos os servidores, o que gera uma dívida de R$ 3.235.741,03 referentes
a: aposentados nov./16 – R$ 797.867,78; aposentados dez/16 – R$ 794.244,07;
efetivos dez/16 – R$ 1.471.138,49; faltas descontadas em nov/16 – R$
516.573,24; e 1/12 avos do décimo: 27.010,82. Da soma desses itens desconta os
R$ 375.356,40 para dar o resultado acima. O prefeito sugeriu, então, dividir
este valor em 25 parcelas. O sindicato alegou o baixo impacto no salário mensal
do servidor e, diante da situação, sugeriu o pagamento em 12 parcelas, o que
não foi aceito pelo gestor que alegou não ter como arcar com o valor. O
presidente do SINDIMAC lembra que dentro dessa negociação está inserida a venda
da folha para a Caixa, o que gera um valor de R$ 1.400,00, que será utilizado
para amortizar as parcelas. Gilson Barbosa lembra que esta proposta envolve SINTE
e SINDISMAC. Como a proposta é começar a pagar em março, uma nova reunião
deverá ser realizada até o dia 15 do próximo mês para retomada do tema.


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