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| Foto: Reprodução/Cosern |
Os
Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica da região Nordeste se reúnem no
Hotel Ocean Palace, em Natal, nestas quinta (22) e sexta-feira (23), em evento
que tem como anfitrião o Conselho de Consumidores da companhia Energética do RN
(Cosern), empresa do Grupo Neonergia, com o apoio da Federação das Indústrias
do RN (Fiern), para discutir o tema central “Energia Limpa, o Futuro do
Brasil”.
O
relato é transmitido pela assessoria de comunicação social da Cosern, na
capital do estado.
Estarão
presentes ao encontro Reive Barros, um dos diretores da Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel), Camila Figueiredo, especialista em regulação de
serviços públicos de energia da Aneel, Pedro Cavalcanti, secretário de
Desenvolvimento de Energia do estado de PE, Reginaldo Medeiros, presidente da
Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) e Nelson
Fonseca Leite, presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia
Elétrica (Abradee), entre outros especialistas do setor.
Serão
debatidos temas que, de forma geral, ajudam os conselheiros a estreitar a
relação com os consumidores, tais como “Portabilidade Para o Consumidor de
Energia Elétrica”, “Panorama das Energias Renováveis no País” e “Movimento
Energia Inteligente”.
Os
grupos de trabalho temáticos, formados por facilitadores da Cosern, falarão
sobre “Danos Elétricos”, “Registro de Reclamação por Terceiros”, “Classificação
Indevida”, “Fatura e Tributos” e “Irregularidades”.
O
Ouvidor da Companhia Energética do Estado da BA (Coelba), Moacir Pina, falará
sobre “Caminho do Entendimento”.
O
evento será encerrado na sexta-feira com uma visita ao parque eólico do Grupo
Neonergia, em Rio do Fogo, a partir das 13h45.


Excelente evento. Muito importante ficar atento às informações tendenciosas que vem sendo divulgadas pela ABRADEE com relação à geração distribuída. A entidade tenta ludibriar a sociedade imputando um custo social à energia solar mentindo sobre o tema e ao mesmo tempo não realiza com competência a avaliação das externalidades e todas as vantagens inerentes à geração distribuida, renovável, compartilhada e mais barata. O discurso ao invés de sugerir a construção de um diálogo de prosperidade que permita a evolução exponencial natural das energia distribuídas renováveis coloca a energia solar como apenas mais uma ( comparando pizzas de diferentes sabores) dando a entender que desde que os lucros sejam preservados a energia pode vir das insustentáveis fósseis, da irresponsável nuclear ou de qualquer fonte de energia. Nos caminhamos uma um novo modelo de negócios de energia e em si não existe para manter lucros de ninguém mas tão somente levar a energia a custos marginais próximos de zero que é exatamente o caminho e as políticas que devem ser perseguidas. Há possibilidade de construir um diálogo com todos os envolvidos para que tenhamos prosperidade no setor energético mas o diálogo que parte do monopólio das distribuidoras é chamar quem usa energia solar de " ladrão", o robin hood às avessas ou comparar pizzas de diferentes sabores propondo um nível infeliz ao debate necessário.
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