quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Banco do Nordeste: Instituição financeira valida Plano de Ação da Bovinocultura de Leite do Seridó

Foto: Reprodução
A Superintendência Estadual do Banco do Nordeste no RN apresenta para validação nesta quinta-feira (22), na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Caicó, região Seridó, o Plano de Ação Territorial da Atividade Econômica Bovinocultura de Leite.
A proposta foi construída ao longo dos últimos meses numa parceria que envolveu sindicatos e associações rurais, agentes econômicos, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do RN (Sebrae/RN), o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do RN (Emater/RN) e a Universidade Federal do RN (UFRN), entre outras instituições e órgãos públicos, diz informe repassado pela assessoria de imprensa da instituição financeira, em Natal.
O Plano, a ser executado pelo Comitê Gestor Territorial, formado por produtores e entidades dos 13 municípios seridoenses envolvidos, é uma das etapas da nova Política de Desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste e abrange atividades de capacitação, pesquisa de campo, assistência técnica, estratégias de mercado e segurança alimentar animal.
O objetivo é corrigir a baixa competitividade da cadeia produtiva, detectada no trabalho, com o aumento do conhecimento técnico, gerencial e tecnológico dos bovinocultores da região.
O projeto piloto deve viabilizar a produção, licenciamento, inspeção e conservação de alimentos em 65 estabelecimentos – fazendas e queijeiras – da cadeia produtiva da bovinocultura de leite, no prazo de três anos. 
Eles receberão assistência técnica dos parceiros do Banco do Nordeste na iniciativa, entre eles Emater, Sebrae e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do RN (Senar/RN), para a produção intensiva de pastagem e na conservação de forragem, nos métodos de silagem e fenação. 
"O Banco vai fazer uma pesquisa de campo para obter uma fotografia desses 65 projetos, saber sua situação atual. Haverá um acompanhamento e, daqui a três anos, faremos um novo diagnóstico para descobrir no que os produtores conseguiram evoluir com a execução das diversas ações propostas no plano", explica o gerente de Desenvolvimento Territorial da Superintendência do RN, Agnelo Peixoto Neto.
Espera-se que, ao final do processo, os produtores tenham mitigado os efeitos da baixa competitividade da cadeia produtiva.
Para que isso ocorra, vale destacar ainda a disponibilidade do trabalho de pesquisa e difusão do Escritório Técnico de Estudos Econômicos e Pesquisas do Nordeste (Etene), vinculado ao Banco do Nordeste, e o apoio creditício aos produtores incluídos no projeto.

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