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| Foto: Reprodução |
A
Superintendência Estadual do Banco do Nordeste no RN apresenta para validação nesta
quinta-feira (22), na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras
Rurais de Caicó, região Seridó, o Plano de Ação Territorial da Atividade
Econômica Bovinocultura de Leite.
A
proposta foi construída ao longo dos últimos meses numa parceria que envolveu
sindicatos e associações rurais, agentes econômicos, o Serviço de Apoio às
Micro e Pequenas Empresas do RN (Sebrae/RN), o Instituto de Assistência Técnica
e Extensão Rural do RN (Emater/RN) e a Universidade Federal do RN (UFRN), entre
outras instituições e órgãos públicos, diz informe repassado pela assessoria de
imprensa da instituição financeira, em Natal.
O
Plano, a ser executado pelo Comitê Gestor Territorial, formado por produtores e
entidades dos 13 municípios seridoenses envolvidos, é uma das etapas da nova
Política de Desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste e abrange
atividades de capacitação, pesquisa de campo, assistência técnica, estratégias
de mercado e segurança alimentar animal.
O
objetivo é corrigir a baixa competitividade da cadeia produtiva, detectada no
trabalho, com o aumento do conhecimento técnico, gerencial e tecnológico dos
bovinocultores da região.
O
projeto piloto deve viabilizar a produção, licenciamento, inspeção e
conservação de alimentos em 65 estabelecimentos – fazendas e queijeiras – da
cadeia produtiva da bovinocultura de leite, no prazo de três anos.
Eles
receberão assistência técnica dos parceiros do Banco do Nordeste na iniciativa,
entre eles Emater, Sebrae e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do RN
(Senar/RN), para a produção intensiva de pastagem e na conservação de forragem,
nos métodos de silagem e fenação.
"O Banco vai fazer uma pesquisa de campo para
obter uma fotografia desses 65 projetos, saber sua situação atual. Haverá um
acompanhamento e, daqui a três anos, faremos um novo diagnóstico para descobrir
no que os produtores conseguiram evoluir com a execução das diversas ações
propostas no plano", explica o gerente de Desenvolvimento Territorial
da Superintendência do RN, Agnelo Peixoto Neto.
Espera-se
que, ao final do processo, os produtores tenham mitigado os efeitos da baixa
competitividade da cadeia produtiva.
Para
que isso ocorra, vale destacar ainda a disponibilidade do trabalho de pesquisa
e difusão do Escritório Técnico de Estudos Econômicos e Pesquisas do Nordeste
(Etene), vinculado ao Banco do Nordeste, e o apoio creditício aos produtores
incluídos no projeto.


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