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| Foto: Assessoria Emater/RN |
Na
próxima terça-feira (31), técnicos do Instituto de Assistência Técnica e
Extensão Rural do RN (Emater/RN) da região de Mossoró, e representantes da Universidade
Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN
(Emparn) e Banco do Nordeste se reúnem para discutir aspectos técnicos sobre a
cajucultura na região de Serra do Mel.
A
notícia é dada pela assessoria de comunicação social da Emater/RN, na capital
do estado.
O
encontro será às 15h30, na sede do Banco do Nordeste em Mossoró, onde os
participantes formularão um calendário de atividades relacionadas à cultura do
caju, como por exemplo, melhor época de plantio, substituição da copa do
cajueiro e de calagem, que consiste na utilização de calcário no solo para
correção de acidez, entre outros itens.
Essa
reunião é parte do Projeto de Reestruturação da Cajucultura em Serra do Mel,
através de um trabalho sistemático de extensão rural e orientação técnica aos
cajucultores, através da organização social das famílias envolvidas, garantindo
o acesso às políticas públicas trabalhadas pela instituição promovendo desenvolvimento
ao município.
Outro
encontro, dessa vez voltado aos produtores, aconteceu no dia 17 de maio, na
Vila Pará, com o objetivo de iniciar a elaboração dos projetos de crédito para
a recuperação da cajucultura.
Participaram,
nesse primeiro momento, agricultores familiares das vilas Maranhão, Amazonas e
Pará.
Os
extensionistas da Emater/RN apresentaram as linhas de crédito disponíveis, para
que tenham meios de estruturar as propriedades para o desenvolvimento da
atividade.
Também
foi discutido o financiamento no âmbito do custeio agrícola para implantação de
áreas dizimadas pelas sucessivas estiagens que o município vem sofrendo.
Estão
sendo programadas outras reuniões sobre crédito em parceria com o Banco do
Nordeste, para produtores, segundo o assessor regional de convivência com o
semiárido em Mossoró, engenheiro agrônomo Alberto Hudson Souza.
Com
o acesso ao crédito, os produtores terão meios para adquirir, por exemplo,
tratores, caminhonetes, equipamentos para a cajucultura e custeio.


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