![]() |
| Foto: Reprodução |
“Estamos com o desafio de enfrentar a
problemática da microcefalia, os nossos hospitais são referência de qualidade
em ensino, pesquisa, extensão e inovação e os servidores devem continuar
fazendo o melhor”.
A
colocação feita pela reitora da Universidade Federal do RN (UFRN) à diretoria
do Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior (Sintest),
em reunião na última quinta-feira (03), na reitoria, em Natal, salientou
Sirleide Pereira, da assessoria de comunicação social da instituição
universitária.
Ângela
Maria Paiva Cruz contextualizou o papel da UFRN nas ações do Pacto Zika Zero no RN e reiterou o
pedido de apoio às lideranças dos técnico-administrativos às ações da
universidade contra o Zika vírus, sobretudo nas unidades hospitalares.
O
pacto foi firmando entre as instituições de ensino superior e a rede escolar de
educação pública com o Ministério da Educação (MEC) e o da Saúde (MS), para
combater os focos e criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor de
doenças viróticas, como dengue, zika vírus, chikungunya, a febre amarela e a
microcelafia.
O
Hospital Onofre Lopes (HUOL) e a Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), em
Natal, junto com o Hospital Universitário Ana Bezerra (HUAB) participam
atividades coordenadas pelo Comitê Geral do RN para o Pacto Zika Zero, presido pela pesquisadora e pró-reitora de
Extensão, Maria de Fátima Freire de Melo Ximens.
Região
epicentro da maior quantidade de casos de microcefalia, médicos, pesquisadores
e professores dos hospitais universitários do Nordeste, vinculados à Empresa
Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), se reuniram em Natal na
quinta-feira, para definir estratégias de combate e de enfrentamento à
microcefalia.


Nenhum comentário:
Postar um comentário