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| "Júnior Grafith" |
A
Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RN definiu, para esta terça-feira
(19), o julgamento de mais um Habeas Corpus relacionado à Operação Máscara Negra, que investiga suposto esquema de desvio de
recursos públicos, através de contratos superfaturados, promovido por agentes
públicos, bandas e empresários nos municípios de Macau e Guamaré.
O
órgão julgador irá apreciar o Habeas Corpus impetrado pelo empresário Christiano Gomes de
Lima Júnior, mais conhecido como “Júnior Grafith”, de acordo com informação do
portal do Poder Judiciário estadual.
Segundo
dados do Ministério Público do RN, que deflagrou a operação, vários grupos
musicais teriam sido usados por intermediários em processos sem licitações.
Os
valores pagos por shows chegam a superar 400% acima do mercado.
Na
ação originária, o MPRN relatou que dentre as bandas contratadas, sempre se
destaca, pela frequência e pelos altos cachês, a banda Grafith, pertencente a
Júnior Grafith.
Deflagrada
em 2013, a Operação Máscara Negra
desencadeou o cumprimento de 53 mandados de busca e apreensões e 14 mandados de
prisões temporárias expedidos pela comarca de Macau, o que já resultou até o momento,
no oferecimento de 13 denúncias.


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