sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Energia: Arsep/RN e MPRN se posicionam favoráveis a reclamações de entidades rurais

O protesto de algumas associações comunitárias rurais do Assú ao aumento da conta mensal de energia elétrica, fato observado a partir de agosto, mereceu o aval de instituições como a Agência Reguladora de Serviços Públicos do RN (Arsep) e o Ministério Público do RN que entenderam que a majoração praticada pela Companhia Energética do RN (Cosern) foi abusiva.
A informação é do vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Assú e presidente da Associação de Moradores da localidade rural de Limoeiro, Francisco de Assis da Silva, “Diassis do Limoeiro”.
Ele disse que a Ouvidoria da Arsep/RN e a representação do MPE tiveram um primeiro entendimento de que o reajuste praticado pela concessionária não poderia ter sido imposto de uma única vez.
O acréscimo na fatura mensal das organizações rurais seria decorrente do incremento dos valores do Imposto sobre Circulação de Mercadorias, Bens e Serviços (ICMS), correspondente aos últimos cinco anos, por conta de uma decisão judicial envolvendo o tributo, vencida pela Secretaria Estadual de Tributação contra a Cosern.
“Diassis do Limoeiro” explicou que a Ouvidoria da Arsep/RN apoiou a reação das entidades que procuraram o órgão, em Natal.
A intervenção da Arsep/RN foi pleiteada pelas associações de Limoeiro, Simão e Nova Quixabeirinha.
Outras organizações buscaram idêntica ajuda na alçada do MPRN, como foi o caso, de acordo com o dirigente sindical, das associações de Talhado, Simão e do projeto de assentamento rural São Francisco.
E, registrou “Diassis do Limoeiro”, a interpretação do MPRN se deu na mesma linha de raciocínio da Ouvidoria da Arsep/RN.

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