terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Mobilidade urbana: Para evitar perdas de recursos, municípios devem ter plano

Os municípios que não tiverem o Plano de Mobilidade Urbana três anos após a promulgação da lei ficam impedidos de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade até que atendam à exigência.
Isso é o que diz a Lei nº 12.587/2012, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, segundo informação transmitida pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
A pesar de o texto só estabelecer obrigatoriedade às cidades com mais de 20 mil habitantes, a CNM aconselha as prefeituras a elaborarem o projeto para não serem impedidas de receberem recursos.
A lei diz que “o Plano de Mobilidade Urbana deverá ser integrado ao plano diretor municipal, existente ou em elaboração”.
Além disso, estabelece que nos municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o Plano Urbana deve ter o foco no transporte não motorizado e no planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé e por bicicleta.
O Departamento Técnico de Trânsito da CNM lembra aos gestores municipais que o projeto deve ser desenvolvido este ano, pois em janeiro de 2015 termina o prazo para fazê-lo.
E mesmo que os recursos destinados à área sejam poucos, a CNM acredita que é importante as prefeituras planejarem tanto o desenvolvimento da cidade, com do trânsito e da mobilidade.

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