A
reportagem é de Bruno Ribeiro e publicada no jornal O Estado de São Paulo.
O
custo do trânsito soma o gasto com combustíveis para carros, ônibus e caminhões
parados, estimativas sobre os gastos que a saúde pública tem por causa da
poluição e – mais importante – as horas de salário perdidas pelas pessoas
sentadas, amarradas aos cintos de segurança, sem trabalhar.
Essa
conta deu, no ano passado, R$ 40 bilhões, segundo o estudo produzido pela FGV.

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