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| Campos Machado |
Atualmente,
apenas as investigações criminais relativas a essas autoridades são
prerrogativa do chefe do Ministério Público Estadual (MPE).
A
reportagem é de Fernando Gallo e publicada hoje (23) pelo jornal O Estado de São Paulo.
Pela
PEC, passariam a ser competência exclusiva do procurador-geral também as
investigações sobre improbidade de secretários de Estado, juízes e conselheiros
do Tribunal de Contas.
O
MPE é contra a proposta, que classifica como "PEC estadual da
impunidade".
No
plano nacional, a relação do PT com o MPE se desgastou com o processo do Mensalão.
No
Estado, os petistas decidiram apoiar a PEC depois que os deputados federais
petistas Candido Vaccarezza, José Mentor e Arlindo Chinaglia foram citados nas
escutas telefônicas da investigação do MPE sobre a Máfia do Asfalto no interior paulista – a Promotoria aponta a
existência de uma quadrilha que fraudava, em dezenas de prefeituras, licitações
com verbas de emendas parlamentares.

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