A
interpretação do MPF/RN seria que a permanência dos barraqueiros no local se
traduz num sério dano ecológico ao manancial hídrico.
Uma
das ameaças diretas seria com referência ao comprometimento da potabilidade da
água do rio, já que é utilizada para consumo humano em várias comunidades ao
longo de seu curso.
A
mesma fonte transmitiu que, entre esta sexta-feira (05) e segunda-feira (08) da
próxima semana, a Prefeitura Municipal do Assú deverá estar sendo oficialmente
notificada a adotar providências no sentido de remanejar todos os ocupantes
considerados irregulares do local.
Para
tal ação o município deverá dispor de um prazo de estimadamente 20 dias.
É
provável que o processo de desalojamento dos inquilinos do rio seja acompanhado
de perto por agentes de órgãos ambientais tais como o Instituto de Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto de Desenvolvimento
Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema).
Ainda
acerca da notícia, posteriormente serão conhecidas informações mais
pormenorizadas do procedimento encaminhado pelo MPF potiguar.

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