Mas um número cada vez maior de escolas está adotando uma nova
abordagem ainda mais polêmica: pedir aos estudantes que levem para o colégio
seus próprios smartphones, tablets, laptops e até consoles de videogame.
As
autoridades educacionais dizem que os equipamentos dos próprios alunos são a
maneira mais simples de acessar uma nova geração de aplicativos de aprendizado
que podem, por exemplo, lhes ensinar matemática, aplicar testes e permitir que
compartilhem e comentem redações com os colegas.
Os
defensores dessa nova tendência, chamada BYOT (de "bring your own
technology", ou em português "traga sua própria tecnologia"),
dizem que há outra vantagem: a economia de dinheiro nas escolas com
dificuldades.
A reportagem é de
Matt Richtel, publicada no jornal The New
York Times e reproduzida pelo Portal
Uol no último domingo (31).

Nenhum comentário:
Postar um comentário