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| Imagem: Reprodução |
Esse é o cenário quase dois anos depois de entrar em vigor o Novo Marco Legal do Saneamento, sancionado na Lei nº 14.026 de 2020, quando os investimentos no setor atingiram R$ 13,7 bilhões - valor insuficiente para que sejam cumpridas as metas da legislação atualizada.
Somente 50% do volume de esgoto do país recebe tratamento, o que equivale a mais de 5,3 mil piscinas olímpicas de esgoto in natura sendo despejadas diariamente na natureza.
Municípios do PR, SP e MG ocupam as primeiras posições do ranking, liderados por Santos (SP).
Entre os 20 piores estão municípios da região Norte, alguns do Nordeste e o Rio de Janeiro (RJ); e, a última posição é ocupada por Macapá (AP).
Os dados constam da 14ª edição do Ranking do Saneamento, publicado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, com foco nos 100 maiores municípios brasileiros, registra informação divulgada por meio do portal virtual da Agência Senado.


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