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| Imagem: Reprodução/Assessoria |
De acordo com o juiz Décio Teixeira de Carvalho Júnior, da 3ª Vara do Trabalho de Natal, a distribuição dessas cestas se torna muito importante devido ao desemprego e à situação de carência alimentar causada pelo atual momento de pandemia.
As quatro mil cestas serão distribuídas até o mês de julho.
Já na sexta-feira (02), houve a entrega de mil cestas básicas ao Armazém da Caridade.
No mesmo dia, a instituição beneficente distribuiu 400 cestas numa comunidade do Planalto.
No sábado (03), foi feita a doação das cestas remanescentes na Vila de Ponta Negra e na comunidade do Maruim.
O processo contra o agente financeiro é uma Ação Civil Pública (ACP) de 2012, ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por atos antissindicais do banco durante movimento grevista dos empregados.
A 3ª Vara do Trabalho de Natal condenou o banco em R$ 5 milhões por danos morais, revertidos em prol da sociedade.
Esse valor foi corrigido, com o tempo, para um total de cerca de R$ 15 milhões.
A primeira parcela, de R$ 9,7 milhões, paga há seis meses, foi destinada à Liga Contra o Câncer para a construção de um hospital infantil oncológico, cujas obras já começaram.
Agora houve uma atualização da condenação, no valor de R$ 5,2 milhões, que será dividido entre algumas instituições, como o Armazém da Caridade, que recebeu as cestas básicas.
O Hospital Varela Santiago receberá R$ 3 milhões para o aparelhamento de dez Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) a serem montadas.
Mais R$ 250 mil serão destinados à Amico, para aquisição de um ecocardiograma fetal, e de uma impressora 3D.
Outros hospitais da Grande Natal também serão beneficiados, cita informação da assessoria de imprensa do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT/RN).


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