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| Imagem: Ilustração |
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A Nota Técnica n°
01/2021 do Centro de Inteligência dos Juizados Especiais do RN não criminaliza
a respeitada classe da advocacia potiguar. Em verdade, este documento que é uma
sugestão de métodos de trabalho, descreve condutas ilícitas levadas a processos
judiciais, não sigilosos, e sugere medidas visando dar um tratamento uniforme
na condução de casos semelhantes. As situações citadas são tentativas de fraude
à Justiça, praticadas por grupos de advogados que apresentam documentos
falsificados como supostas provas em ações movidas nos Juizados Especiais.
Esses processos têm o intuito de restabelecer o crédito de pessoas
inadimplentes com instituições comerciais e financeiras. Desde 2017, a
Coordenação dos Juizados Especiais, a qual é vinculado o Centro de
Inteligência, bem como os juízes individualmente, vem oficiando ao Ministério
Público e a OAB sobre a existência de casos desta natureza. Registre-se que a
problemática foi levada à magistratura por advogados que desempenham suas atividades
dentro da legalidade. Em função da frequência destas ações nos Juizados
Especiais, o Centro de Inteligência dos Juizados Especiais do RN editou a Nota
Técnica n° 01/2021 para balizar a atuação da magistratura, porém preservando a
independência funcional de todos os juízes, uma vez que o documento tem caráter
extrajudicial e não vinculante. O Poder Judiciário do RN é enérgico na busca de
meios para combater condutas ilícitas e reprováveis moralmente, assim como, é
incontestável defensor do trabalho ético e respeitável da advocacia potiguar.


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