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| Imagem: Ilustração |
A proposição - apresentada e aprovada no Senado Federal em 2017 - aguarda análise em segundo turno na Casa Legislativa há um ano.
De acordo com nota postada pelo portal eletrônico da Confederação na internet, “com a aprovação pelos deputados, a proposta seguiria para promulgação e passaria a valer já em 2021, ano em que os gestores devem encarar um enorme desafio já no início de seus mandatos com a acentuada queda na arrecadação, agravada significativamente pela pandemia do novo coronavírus e o fim da recomposição do FPM”.


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