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| Imagem: Reprodução |
O
investigado, que é vereador na cidade de Serrinha dos Pintos, Alto Oeste do RN,
foi preso no município de Parnamirim, área a Grande Natal, descreve informação da
assessoria de imprensa da instituição policial.
Em
25 de março, a Deicor estava investigando uma ação criminosa contra uma agência
bancária, na cidade de António Martins, quando receberam uma denúncia
informando que parte do bando estaria escondido na fazenda de Pato Choco, localizada na zona rural de
Serrinha dos Pintos.
Durante
os levantamentos investigativos, os policiais civis descobriram que, dentro da
granja do vereador, havia um galpão subterrâneo, usado para guardar cigarros
contrabandeados e armas de grosso calibre, possivelmente utilizadas em ações
criminosas (novo cangaço).
Na
manhã desta quinta-feira (14), foi realizada uma operação policial para
localizar o galpão e prender suspeitos envolvidos com roubos a banco.
No
momento em que os policiais civis chegaram à fazenda, perceberam que no local
teria havido movimento de pessoas, porém ninguém foi encontrado.
Após
revista minuciosa em todo o imóvel, os policiais civis encontraram o galpão
subterrâneo, com cerca de 60 m², localizado embaixo de um campo de futebol de
areia, no qual foram encontradas 20 caixas de cigarros contrabandeados, avaliados
em mais de R$ 40 mil, além de munições calibre .40.
Em
seguida, foram realizadas diligências com o objetivo de prender Pato Choco, o qual foi encontrado em um
condomínio de luxo, em Nova Parnamirim.
Com
o vereador, foram apreendidos dois veículos, sendo um deles avaliado em R$ 180
mil, e outro supostamente utilizado para transportar cigarros contrabandeados.
O
suspeito, que confessou a prática do contrabando, foi conduzido à Deicor, em
Natal, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de contrabando e posse ilegal
de munição de uso restrito.
De
acordo com as investigações, ele seria um dos maiores responsáveis pela
distribuição ilegal de cigarros importados no Estado.
Macio
Ferreira será encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da
Justiça.


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