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| Imagem: Ilustração |
A
maior variação negativa foi do setor automotivo, incluindo além das montadoras
também a cadeia de matérias primas, peças e acessórios para veículos e, por
conseguinte, a distribuição e varejo. A queda do setor foi superior a 89%, isto
é, durante o primeiro mês de restrições, 16 de março a 15 de abril, houve uma
redução estrondosa na movimentação de cargas destinadas ao mercado automotivo.
Segundo
informação da assessoria de imprensa do Instituto, para o consultor de Estudos
da organização, Gilberto Luiz do Amaral, é possível acompanhar, através dos
dados públicos do mercado brasileiro, inclusive as Notas Fiscais eletrônicas (NF-e),
o cenário do setor de logística de cargas.
Ele
explicou que a metodologia levou em conta a quantidade e valor das NF-e
emitidas desde janeiro de 2018, com comparativo mês a mês, até a primeira
quinzena de abril de 2020, identificando a queda nos diversos setores da
economia.


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