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| Imagem: Ilustração |
Como
consequência da desaprovação das contas, a legenda terá suspensos os pagamentos
de seis duodécimos do Fundo Partidário e ainda terá de devolver R$ 332 mil aos
cofres públicos.
A
informação tem espaço através do portal virtual do TSE na internet.
O
relator do processo, ministro Og Fernandes, apontou que, após a análise das
contas, foram encontradas irregularidades que somam R$ 1.014.307,69 – valor que
perfaz 66% do total arrecadado pela legenda para a campanha eleitoral daquele
ano.
Entre
as irregularidades, estão omissões de receitas e despesas, que foram
identificadas mediante o cruzamento com informações de prestações de contas
individuais de candidatos do partido apresentadas à Justiça Eleitoral.
Além
da desaprovação total das contas apresentadas, o ministro determinou à legenda
a devolução de R$ 332 mil ao erário e, ainda, a aplicação da penalidade de
suspensão do pagamento de seis duodécimos do Fundo Partidário a que o PEN tem
direito, a serem descontados em doze parcelas.
A
maioria da Corte Eleitoral acompanhou o voto do relator, restando vencido o
ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, que propôs a suspensão de três duodécimos
do Fundo Partidário.
Em
2018 o antigo PEN alterou a sua denominação no registro na Justiça Eleitoral e
adotou o nome Patriota.
Em
março deste ano, o Partido Republicano Progressista (PRP) fundiu-se a ele,
mantendo-se o nome da legenda.


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