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| Imagens: Reprodução |
A
medida foi acordada perante o Ministério Público do RN (MPRN), em reunião
realizada com os representantes municipais e a Fundação de Apoio ao Instituto Federal
de Educação, Ciência e Tecnologia do RN (Funcern) para a realização de um
concurso público unificado. =
A
reunião foi realizada no âmbito de inquéritos civis instaurados nas Promotorias
de Justiça das comarcas de Canguaretama, Monte Alegre e São José de Mipibu,
para apurar o excesso de contratos temporários pelas Prefeituras.
Além
disso, há a irregularidade na manutenção de muitos desses casos para cargos em
áreas essenciais, como Saúde, Educação, Segurança e Assistência Social.
Para
estes serviços essenciais, os cargos devem, por obediência à Constituição, ser
ocupados por servidores efetivos aprovados em concurso público.
No
entanto, as unidades ministeriais constataram que os municípios não realizam
esse tipo de seleção há muitos anos.
Diante
disso, surgiu a ideia da formalização de uma parceria entre as oito prefeituras
e a Funcern.
A
proposta apresentada, e aprovada na reunião, é que se faça um concurso público
unificado, no mesmo dia, para os municípios em questão.
Não
haverá qualquer custo para as Prefeituras, de modo que a Funcern assume a
possibilidade de lucro ou prejuízo mediante o número de inscritos no certame.
Assim,
ficou acordado que até o dia 31 de julho, os municípios deverão apresentar
documentos com as seguintes informações: cargos, nomenclatura conforme a Lei
Municipal; vencimentos; quantidade de vagas para o edital; requisitos mínimos
para o cargo; carga horária semanal; atribuição de cada cargo; e, se há lei
municipal que isenta inscrição em concurso público.
A
realização do concurso público não impedirá o MPRN de continuar averiguando a
obediência dos municípios ao Limite Prudencial com gastos relacionados a folha
de pessoal, registra informação postada na página eletrônica do MPRN.


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