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| Imagem: Reprodução |
São
eles: “O voo do anu” e “Cirandas de contar....e quem quiser que conte outras”.
Rafael
Souza vive em Santos (SP), mas tem na cultura nordestina o ponto fundamental de
sua literatura.
O
escritor nasceu no município sergipano de Capela e mantém forte ligação com seu
estado natal, onde vivem familiares, repassa informação da assessoria de
imprensa.
Também
sua carreira acadêmica foi marcada pelo trabalho que exerceu como diretor do
Centro de Ciências do Homem e da Natureza (CCHN), da Universidade Tiradentes
(Unit), em Aracaju.
Em
“O voo do anu” Rafael conta a saga de uma família libanesa e sua vida nos
estados de PE, SE e AL.
Uma
história de tristezas, alegrias, choros e risos. Uma história de mistério e
suspense.
Uma
história que mistura lembranças reais do autor – também um migrante nordestino
– às criadas por sua imensa habilidade em inventar fatos reais.
Em
“Cirandas de Contar... e quem quiser que conte outras”, já em sua segunda
edição, Rafael universalizou uma temática que, mesmo situada em Capela, poderia
ter acontecido em qualquer outro lugar do Brasil.
São
histórias de vidas vividas, de vidas morridas, de vidas que nos fazem conhecer
como era o universo de um garoto, de sua família, de seus amigos, em um Brasil
interiorano.
O
Museu da Gente Sergipana funciona de terça a sexta-feira, das 10 às 16h, e aos
sábados, domingos e feriados, das 10 às 15h.
A
entrada é gratuita.


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