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| Imagem: Assessoria/Reprodução |
A
apresentação foi realizada pelo servidor e meteorologista da Emparn, Gilmar
Bistrot, que apresentou e esclareceu sobre a influência de cada fator que
contribui para a produção de chuvas sobre o semiárido nordestino e em
particular sobre o RN.
“Sendo mantidas essas condições existe uma
forte tendência de que as chuvas em 2018 fiquem acima da média”, concluiu Gilmar
Bistrot, conforme informação da assessoria de imprensa da Emater/RN.
Os
fatores favoráveis que estão se conformando para o prognóstico de que o ano de
2018 poderá ser uma no bom de chuvas (acima da média) são: Oceano Pacífico com
fenômeno La Niña ocorrendo e previsão de permanecer – favorável; Atividade
Solar na fase de mínimo – condição favorável; e, Oceano Atlântico ainda sem uma
definição clara, mas se seguir a climatologia está favorável.
Na
oportunidade o diretor presidente do Instituto de Gestão de Águas do RN (Igarn),
Josivan Cardoso, informou sobre a situação atual dos 47 reservatórios com
capacidade de mais de 5 milhões de m³, que são monitorados pelo órgão, que
estão, em média, com apenas 12% de suas capacidades de reservamento.
A
Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do estado
(2,4 bilhões de m³), está atualmente com apenas 12,5% de sua capacidade.
Mantidas
as previsões de chuvas para 2018, Josivan Cardoso informa que poderá haver uma
recuperação da capacidade hídrica dos reservatórios de 30 a 40%, que ainda
inspira cuidados e exigirá a manutenção atual da política de racionamento.


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