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| Imagem: Ilustração |
A
CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, irá investir
cerca de R$ 26 milhões em um projeto de pesquisa para analisar os impactos da
inserção e utilização de baterias na geração de energia eólica.
Os
estudos serão realizados em parceria com a Universidade Federal de PE (UFPE) e o Instituto de Tecnologia Edson Mororó Moura (ITEMM) em usinas eólicas
da CPFL renováveis, no RN.
A
região não foi escolhida ao acaso, relata informação da assessoria de imprensa
da CPFL Energia.
Com
a redução das chuvas e a queda nos níveis dos reservatórios, a energia eólica
tem sido a principal responsável pelo abastecimento do Nordeste, atingindo
picos de geração que chegaram a atender 70% da região.
Esses
fatores permitem que a região apresente condições adequadas para a pesquisa,
por replicarem cenários reais e desafios já existentes.
Um
deles diz respeito a intermitência, principal aspecto que a pesquisa irá
abordar.
A
variação do regime de ventos ao longo do dia tem influência sobre o volume de
energia elétrica gerado pelos empreendimentos eólicos.
Os
estudos irão avaliar como a utilização de baterias de grande porte podem tornar
mais estável o fornecimento de energia proveniente das usinas eólicas,
ampliando a estabilidade no lado da oferta.
Além
disso, o conhecimento gerado pela pesquisa irá nortear proposição para mudanças
regulatórias no uso de sistemas de armazenamento de energia, além de
impulsionar o desenvolvimento de novas tecnologias e aperfeiçoar o ciclo de uso
e descarte das baterias.
Serão
mobilizados mais de 50 profissionais entre engenheiros, mestres, doutores e
especialistas da CPFL Energia, UFPE, Instituto de
Tecnologia Edson Mororó Moura e da empresa de pesquisa PSG.
Os
parques eólicos que participarão da pesquisa são Ventos de São Dimas, Ventos de
São Benedito, São Domingos, Santa Úrsula, Santa Mônica, Ventos de São Martinho,
Campo dos Ventos I, Campo dos Ventos III e Campo dos Ventos V, localizados no RN.


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