| Imagem: Jorge Filho/Assessoria |
O
Tribunal de Contas do Estado do RN (TCE/RN) apresentou nesta sexta-feira (15)
os resultados relativos a 2016 do Índice de Efetividade de Gestão Municipal
(IEGM), que mede a correspondência entre as ações dos governos e as exigências
da sociedade.
Os
índices dos municípios potiguares pioraram em relação ao ano anterior e estão
abaixo da média nacional, descreve informação postada através do site do Tribunal.
De
acordo com os dados apresentados pelo presidente do TCE/RN, conselheiro
Gilberto Jales, a média dos municípios do RN recuou de 0,51 para 0,49, numa
escala de 0 a 1.
O
IEGM mede resultados em sete áreas: Educação, Saúde, Gestão fiscal, Meio
Ambiente, Governança em tecnologia da Informação, Cidades Protegidas e
Planejamento.
Houve,
em média, melhora em três itens: Meio Ambiente, Tecnologia da Informação e
Cidades Protegidas e, no restante, os índices caíram.
No
total, apenas oito municípios conquistaram o índice B, que significa a existência
de uma gestão efetiva.
Foram
eles: Riacho da Cruz, Bodó, Macaíba, Lucrécia, Martins, Portalegre, Rio do Fogo
e Taboleiro Grande.
O
número é inferior ao do ano passado, quando 15 municípios conquistaram o índice
B.
Além
disso, 80 municípios conquistaram o índice C+, que aponta uma gestão "em
fase de adequação", e 87 ficaram com o índice C, o mais baixo, que
significa "baixo índice de adequação".
Há
cinco faixas de classificação no IEGM: A, B+, B, C+ e C.
Nenhum
município potiguar conquistou o índice A.
O
RN também ficou levemente abaixo da média nacional - que foi de 0,53 contra
0,49 dos municípios potiguares.
Apesar
da queda nos principais níveis, os municípios do RN conquistaram, em média,
resultados mais satisfatórios nas áreas de saúde e fiscal, com notas 0,64 e
0,66, respectivamente, atingindo o índice B nas duas áreas.
Entre
os objetivos do IEGM, estão a disponibilização de uma ferramenta para que
prefeitos e vereadores possam avaliar a execução das políticas públicas; o
estímulo ao controle social, com o incremento da participação da população a
partir da publicidade dos índices; e, a modernização do processo de controle
externo.

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