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| Foto: Reprodução |
As
instituições que atuam com microcrédito avaliam positivamente as perspectivas
para os próximos cinco anos e acreditam que o mercado poderá expandir no
período.
A
informação faz parte do estudo sobre o Programa Nacional de Microcrédito
Produtivo Orientado (PNMPO), realizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego
(MTE), em uma cooperação técnica com o Centro de Pesquisas de Opinião Pública
da Universidade de Brasília (DATAUnB).
Quem
transmite a notícia é a assessoria de comunicação social do MTE, na capital
federal.
O
trabalho mostra que entre o primeiro semestre de 2013 e o mesmo período de 2014
houve crescimento de 20% no volume de oferta de microcrédito; com os recursos
ofertados chegando a R$ 6,45 bilhões.
Além
disso, o número de atendidos no período da pesquisa alcançou 4,7 milhões de
pessoas, um aumento de 19%.
A
pesquisa apontou ainda que os programas públicos de microcrédito são
fundamentais para o desenvolvimento econômico do país e necessitam se integrar
às ações dirigidas à população de baixa renda e à formalização de mão de obra,
como o Sistema Nacional de Emprego (Sine).
Durante
os oito anos de atuação do programa, cerca de 14 milhões de microempreendedores
tiveram acesso ao microcrédito produtivo orientado, com R$ 24 bilhões
concedidos em crédito.
Os
números refletem a ação de uma rede de organizações habilitadas, que informam
seus resultados trimestralmente, por meio de um sistema de coleta de
informações gerido pelo MTE.
Os
relatórios estão disponíveis no link http://portal.mte.gov.br/pnmpo/banco-de-dados.htm.
Os
pesquisadores reuniram dados de 118 instituições ligadas ao microcrédito, como
cooperativas, OSCIPs, sociedades de crédito e bancos.


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