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| Foto: Reprodução |
O
Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) encontrou, de janeiro a junho deste ano,
4.210 adolescentes e jovens entre 16 e 17 anos em trabalho irregular, que
compreende desde circunstâncias relacionadas à informalidade, até jovens
mantidos em trabalhos perigosos, com risco à vida e à saúde.
O
estado onde a fiscalização encontrou o maior número de casos foi o RJ, com 907
ocorrências, na faixa de 16 e 17 anos.
As
irregularidades relacionadas ao trabalho juvenil também persistem em MG, que
apresentou 844 casos em seis meses.
O
PR aparece em seguida, com 654, segundo informação da assessoria de imprensa do
Ministério.
As
irregularidades na faixa dos 16 a 17 anos também se persistem em SC (450 casos);
DF (305); MS (215) e MT (138).
De
junho do ano passado, até o final do primeiro semestre de 2015, o MTE realizou
em todo o país, 9.470 operações de combate ao trabalho infantil, com 8.194
crianças e adolescentes alcançados.
Desse
total, 5.524 são jovens de 16 a 17 anos; 2.530 estão na faixa dos 10 a 15 anos;
135 de 05 a 09 anos e quatro de até 04 anos.
Nos
últimos 12 meses, o estado de MG liderou as ocorrências, com 1.108 casos; RJ
aparece em segundo, com 991 casos; PE em terceiro, com 880 casos; PR em quarto,
com 681 casos e SC em quinto, com 513 casos.
Ainda
segundo o órgão de comunicação do MTE, as 4.183 ações fiscais de combate ao
trabalho infantil e as 5.148 crianças e adolescentes alcançados, revelam o
esforço da fiscalização que durante o primeiro semestre de 2015, conseguiu
realizar ações em 461, dos 5.570 municípios brasileiros.


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