Além
da prisão do ex-prefeito de Macau, Flávio Veras, nesta segunda (23), as
investigações da Operação Máscara
Negra resultaram na proibição das empresas envolvidas de serem contratadas pelo
poder público.
É
o que destaca notícia estampada na página eletrônica do Ministério Público do
RN.
Além
da prisão preventiva do ex-prefeito, a decisão suspendeu da função pública o
atual Chefe de Gabinete da Prefeitura de Macau, Francisco de Assis Guimarães,
bem como decretou a suspensão parcial do exercício da atividade econômica de
Alex Sandro Ferreira de Melo, “Alex Padang”, Janine Santos de Melo, Leonardo
Martins de Medeiros, Francisco Jocélio Oliveira de Barros, José Romildo da
Cunha, Cristiano Gomes de Lima Júnior, “Júnior Grafith”, e Francisco Edson
Ribeiro da Silva, determinando que todos eles, em nome próprio – ou através de
procurações – ou por intermédio de qualquer pessoa física ou jurídica, restem
impedidos de participar de procedimento licitatório e firmar contrato com pessoa
jurídica de direito público.
A
mesma espécie de restrição estipulada pelo MPRN atinge as empresas Grupo
Musical Cavaleiros do Forró Ltda., Banda Deixe de Brincadeira Ltda., Forró da
Pegação Edições Musicais Ltda., F. J. Oliveira de Barros ME, Ranielson
Guimarães da Cunha ME, J. R. da Cunha ME, M. S. Marques ME, Banda Grafith
Produções e Promoções Artísticas Ltda. ME, Flavia Gomes Barbosa e Oliveira ME e
Darlan Moura Silva ME.
Foi
determinada, ainda, a proibição de acesso e frequência das pessoas acima
citadas, incluindo Francisco Gaspar da Silva Paraíba Cabral, à sede ou qualquer
outra dependência da Prefeitura do município, com informação à Prefeitura de
Macau e as Polícias Civil e Militar, que serão responsáveis pela fiscalização.


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