segunda-feira, 23 de março de 2015

Máscara Negra: Empresas denunciadas estão proibidas de serem contratadas pelo poder público

Além da prisão do ex-prefeito de Macau, Flávio Veras, nesta segunda (23), as investigações da Operação Máscara Negra resultaram na proibição das empresas envolvidas de serem contratadas pelo poder público.
É o que destaca notícia estampada na página eletrônica do Ministério Público do RN.
Além da prisão preventiva do ex-prefeito, a decisão suspendeu da função pública o atual Chefe de Gabinete da Prefeitura de Macau, Francisco de Assis Guimarães, bem como decretou a suspensão parcial do exercício da atividade econômica de Alex Sandro Ferreira de Melo, “Alex Padang”, Janine Santos de Melo, Leonardo Martins de Medeiros, Francisco Jocélio Oliveira de Barros, José Romildo da Cunha, Cristiano Gomes de Lima Júnior, “Júnior Grafith”, e Francisco Edson Ribeiro da Silva, determinando que todos eles, em nome próprio – ou através de procurações – ou por intermédio de qualquer pessoa física ou jurídica, restem impedidos de participar de procedimento licitatório e firmar contrato com pessoa jurídica de direito público.
A mesma espécie de restrição estipulada pelo MPRN atinge as empresas Grupo Musical Cavaleiros do Forró Ltda., Banda Deixe de Brincadeira Ltda., Forró da Pegação Edições Musicais Ltda., F. J. Oliveira de Barros ME, Ranielson Guimarães da Cunha ME, J. R. da Cunha ME, M. S. Marques ME, Banda Grafith Produções e Promoções Artísticas Ltda. ME, Flavia Gomes Barbosa e Oliveira ME e Darlan Moura Silva ME.
Foi determinada, ainda, a proibição de acesso e frequência das pessoas acima citadas, incluindo Francisco Gaspar da Silva Paraíba Cabral, à sede ou qualquer outra dependência da Prefeitura do município, com informação à Prefeitura de Macau e as Polícias Civil e Militar, que serão responsáveis pela fiscalização.

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