Os
oceanos, que cobrem 70% da superfície do planeta, são um imenso lixão a céu
aberto, onde se acumulam os detritos plásticos da humanidade.
Esse é o quadro sombrio traçado por um amplo estudo internacional (Estados Unidos, Nova Zelândia, Chile, França, África do Sul e Austrália), na revista Public Library of Science (PLOS) One do dia 10 de dezembro.
Esse é o quadro sombrio traçado por um amplo estudo internacional (Estados Unidos, Nova Zelândia, Chile, França, África do Sul e Austrália), na revista Public Library of Science (PLOS) One do dia 10 de dezembro.
A
reportagem é de Pierre Le Hir, publicada pelo jornal Le Monde e reproduzida pelo portal UOL.
Ele
apresenta, pela primeira vez, uma avaliação global da poluição da superfície de
todos os mares por esses detritos.
Os
números são vertiginosos: 269 mil toneladas constituídas por mais de cinco
trilhões de partículas de todos os tamanhos.
Os
autores ressaltam ainda que suas estimativas são "altamente conservadoras" e podem ser consideradas como um
"mínimo".
O
acúmulo no meio oceânico de detritos plásticos flutuantes – fragmentos de
sacos, garrafas, baldes e outras embalagens, mas também grânulos industriais –,
encaminhados pelos ventos e pelos rios, ou despejados no mar pelos navios, é
conhecido desde o fim dos anos 1990.


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