A
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara Federal
rejeitou o Projeto de Lei nº 5.390/13, da deputada pelo Estado do RJ Andreia
Zito (PSDB), que garante o porte de arma, em todo o território nacional, para
os vigilantes de instituições de ensino federais.
A
proposta rejeitada na quarta-feira (19) altera o Estatuto do Desarmamento (Lei nº
10.826/03) e para assegurar o porte de arma aos servidores públicos ocupantes
dos cargos de vigilante do plano de carreira dos cargos técnico-administrativos
em educação.
Vigilantes
terceirizados não terão o mesmo direito, de acordo com informação publicada
pela Agência Câmara de Notícias.
Relator
na comissão, o deputado por SP Alexandre Leite (DEM) manifestou voto contrário
ao projeto.
Segundo
Alexandre Leite, o campus universitário é normalmente um local pacífico e a
existência de segurança armada e ostensiva contraria esse espírito.
Além
disso, o relator argumenta que a presença de polícia armada no campus é por
vezes associada a episódios de repressão a protestos estudantis.
Por
fim, o deputado afirma que consultou a Confederação Nacional dos Vigilantes
(CNTV) e o Ministério da Educação sobre a proposta e ambos se manifestaram
contrários ao Projeto de Lei, sobretudo pela abrangência.


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