De
acordo com a coluna “Painel”, do jornal Folha
de São Paulo, edição deste sábado (1º), a Justiça Eleitoral barrou 90
candidaturas às eleições deste ano com base na Lei da Ficha Limpa até o final do 2º turno das eleições 2014 em todo o
país.
O
número corresponde a 0,3% do total de pedidos de registro (26.148).
Outros
98 postulantes que foram considerados fichas-sujas
têm recursos pendentes na Justiça.
Somente
dois, o paulista Paulo Maluf (PP) e o cearense André Moura (PSC), receberam
votos para, em caso de vitória judicial, assumirem vaga.
O
levantamento feito pela Folha
considerou os candidatos cujo registro foi contestado pelas procuradorias
regionais eleitorais.
Ao
todo, 495 foram processados – destes, 63 desistiram de concorrer.
Apenas
o Estado de AL não forneceu dados completos.
Entre
os 90 fichas-sujas, 39 (42%) foram
barrados por terem contas julgadas irregulares na administração de dinheiro
público, por licitações realizadas incorretamente ou pagamentos ilegais a
funcionários, por exemplo.
Em
seguida, vêm as condenações criminais, responsáveis por 27 (29%) impedimentos.
Há
candidatos que foram condenados por roubo, estelionato e até tráfico de drogas,
entre outros motivos.
O
terceiro caso mais comum é o de condenação por improbidade administrativa (08).
Também
há barrados por abuso de poder político ou econômico, doação eleitoral ilegal e
demissão do serviço público em processo judicial.


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