A
multinacional do ramo farmacêutico Eli Lilly e sua subsidiária brasileira
Antibióticos do Brasil Ltda. (ABL) foram condenadas em R$ 1 bilhão devido à
contaminação de trabalhadores a substâncias tóxicas e metais pesados, em uma
fábrica no município de Cosmópolis (SP).
De
80 ex-funcionários que se submeteram a exames de sangue, apenas três não
apresentaram contaminação, embora existam suspeitas, segundo o médico
toxicologista Igor Vassilieff.
A
reportagem é publicada por EcoDebate,
com informações do Ministério Público do Trabalho (MPT).
A
sentença da juíza Antonia Rita Bonardo, da 2ª Vara do Trabalho de Paulínia
(SP), em ação civil pública do Ministério Público do Trabalho (MPT), também
obrigou as empresas a custearem o tratamento integral de saúde a todos os
empregados, ex-empregados, autônomos e terceirizados que prestaram serviços no
período mínimo de seis meses no complexo industrial.
A
decisão abrange os filhos dos trabalhadores, nascidos no período ou após a
prestação de serviços.


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