A
polícia paulista ouvirá nos próximos dias ao menos seis estudantes (uma garota
e cinco rapazes) sobre fotos íntimas que têm circulado na internet e em grupos
do aplicativo de mensagens por celular WhatsApp
nos últimos dias.
Os
investigadores apuram se elas são registro de uma relação consensual ou de um
possível estupro coletivo, como se cogitou em rumores na internet.
Em
uma das imagens, os garotos fazem uma selfie,
sorridentes, enquanto a menina aparece de costas, de acordo com reportagem da revista
Veja, reproduzida por O Jornal de Hoje.
Na
tarde de sexta (04), José Gonzaga Marques, delegado titular do 4º Distrito
Policial, na Consolação, recebeu Bruno Marcellaro, advogado dos cinco garotos.
Eles
fariam parte de um time de rúgbi formado por alunos da Universidade
Presbiteriana Mackenzie.
Segundo
Marques, o defensor procurou a polícia por iniciativa própria com o objetivo de
agendar a data na qual os cinco pudessem comparecer à delegacia para prestar
esclarecimentos.
De
acordo com o advogado, a relação foi consensual e ocorreu há mais de dois
meses.
O
delegado Marques informou que ainda não foi aberto inquérito do caso e que os
trabalhos da polícia agora se concentram em apurar preliminarmente se houve
estupro ou atentado à honra e à imagem dos envolvidos devido ao vazamento das
fotos.
Por
meio de nota oficial, o Mackenzie informou que “diante da gravidade do que foi
veiculado na internet” espera das autoridades “as medidas cabíveis” e que está
à disposição para colaborar com as investigações.


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