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| José Eduardo Cardozo |
O
Ministério da Justiça se debruça sobre um último detalhe antes de encaminhar ao
Congresso Nacional o projeto de lei que pretende coibir a violência nas
manifestações: como distinguir quem vai para os protestos com a intenção
vandalizar de quem se envolve em brigas e quebra-quebra levado pela massa, sem
premeditação.
"Há um último impasse, que é saber como
diferenciar quem pratica violência de forma premeditada, como os black blocs,
de protestos que acabaram em confronto, como o do MST", afirma o líder
do PT na Câmara dos Deputados, Vicente Paulo da Silva, “Vicentinho” (SP), em
referência ao ato do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), há duas semanas, que
teve um conflito com a Polícia Militar em frente ao Palácio do Planalto.
A
reportagem é de Raphael Di Cunto, publicada pelo jornal Valor.
"São manifestações completamente diferentes.
O MST tinha líderes que fizeram o confronto parar logo depois que começou, a
intenção claramente não era vandalizar nem confrontar a polícia, foi apenas algo
que ocorreu no calor do protesto", diz “Vicentinho”, que foi
presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
O
projeto do governo está sendo moldado, segundo pessoas que tiveram acesso a
pontos do texto, de modo a não coibir movimentos de rua.
O
PT, partido de Cardozo, já se manifestou contra tentativas de retirar as
ferramentas de pressão dos movimentos sociais.


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