O
partido Solidariedade vai protocolar nesta quarta-feira (12), às 15h, no Supremo
Tribunal Federal (STF), uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) pedindo
a suspensão imediata da Taxa de Referência (TR) nas correções das contas do Fundo
de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), e sua substituição por um índice
inflacionário, a ser definido, tal como o INPC ou o IPCA.
A
ação também pretende questionar a aplicação da TR como forma de correção desde
1999, entendendo que este índice prejudicou a correção das contas do FGTS,
segundo a assessoria de imprensa da agremiação, na capital do país.
Segundo
cálculos, as perdas chegam a 88,3%.
É
que a TR não faz devidamente a correção monetária do saldo do Fundo.
As
diferenças de correção vêm gerando uma perda de bilhões de reais para os trabalhadores
desde 1999.
“Vamos entrar na Justiça para recuperar as
perdas e evitar que este problema continue”, alerta o presidente do Solidariedade, deputado federal Paulo Pereira da Silva, “Paulinho
da Força”.
“É o maior roubo
da história do país”,
acrescentou o dirigente.
Pelos
cálculos do partido, um trabalhador que tinha R$ 1.000,00 na conta do FGTS no ano
de 1999 tem hoje apenas R$ 1.340,47.
Os
cálculos corretos indicam que a mesma conta deveria ter R$ 2.586,44.
Ou
seja, uma diferença de R$ 1.245,97 a mais.


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