Embora
haja consenso internacional quanto à necessidade de um indicador para medir a
sustentabilidade dos países, permanecem dúvidas entre os especialistas que
examinam a questão.
A
reportagem foi publicada no portal eletrônico Inovação Tecnológica.
Há
dúvidas sobre se convém tomar por base o Produto Interno Bruto (PIB), que mede
o total de bens e serviços produzidos no país tradicional, agregando uma série
de elementos qualitativos de natureza ambiental e social, ou se seria melhor
construir outro indicador baseado no consumo que, neste caso, seria a renda
disponível das famílias, após o pagamento de suas necessidades básicas.
A
ideia do PIB sustentável foi lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU)
durante a Conferência para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), ocorrida no RJ,
em 2012.
O
indicador proposto refletiria a riqueza real dos países, bem como a sua
capacidade de crescimento futuro, considerando, entre outros fatores, a
disponibilidade de recursos naturais, educação das populações, qualidade de
vida.
“Achar que quanto mais o PIB crescer, melhor,
e se ele estiver com um crescimento discreto é ruim, é uma noção equivocada,
mas que está muito generalizada atualmente”, defendeu o deputado federal fluminense
Alfredo Sirkis (PSB), presidente da Subcomissão Especial da Câmara dos
Deputados para a 19ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro da Organização
das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-19).


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