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| Wilson Jardim |
Mesmo
atendendo aos requisitos do Ministério da Saúde, a qualidade da água
distribuída a 40 milhões brasileiros, moradores de 20 capitais, uma delas Natal
(RN), ainda precisa melhorar muito, revela pesquisa realizada em mananciais e
na água que sai das torneiras pelo Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias
Analíticas Avançadas (INCTAA), sediado do Instituto de Química (IQ) da Unicamp.
A
principal preocupação, de acordo com o pesquisador Wilson Jardim, são os
chamados interferentes endócrinos, substâncias que afetam o sistema hormonal de
seres humanos e animais.
A
reportagem é Carlos Orsi e publicada pelo Jornal
da Unicamp.
De
acordo com Wilson Jardim, hoje existem cerca de 800 substâncias do tipo que são
consideradas “contaminantes emergentes” da água – isto é, que aparecem no
líquido, mas não são controladas por leis ou regulamentos.



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