Funcionou
em Brasília, pelo menos até 2002, uma das estações de espionagem nas quais
agentes da Agência de Segurança Nacional (NSA,
na sigla em inglês) trabalharam em conjunto com a Agência Central de
Inteligência (CIA) dos Estados Unidos.
Não
se pode afirmar que continuou depois desse ano por falta de provas.
Documentos
da NSA revelam que Brasília fez parte da rede de 16 bases dessa agência
dedicadas a um programa de coleta de informações através de satélites de outros
países.
Um
deles tem o título Primary Fornsat
Collection Operations e destaca as bases da agência.
A
reportagem é de Roberto Kaz e José Casado e publicada pelo jornal O Globo.
Satélites
são vitais aos sistemas nacionais de comunicações, tanto quanto as redes de
fibras óticas em cabos submarinos.
O
Brasil não possui nenhum, mas aluga oito, todos do tipo geoestacionário – ou
seja, que permanecem estacionados sobre uma região específica da Terra, em
geral na linha do Equador.
Há
também um conjunto de documentos da NSA, de setembro de 2010, cuja leitura pode
levar à conclusão de que escritórios da Embaixada do Brasil em Washington e da
missão brasileira nas Nações Unidas, em Nova York, em algum momento teriam sido
alvos da agência.
Não
foi possível confirmar a informação e nem se esse tipo de prática prossegue.


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