Em
meio à onda de protestos nas ruas, com pesadas críticas aos gastos bilionários
nos 12 estádios da Copa, a presidente Dilma Rousseff negou, em rede nacional, o
uso de dinheiro do Orçamento da União na construção das arenas.
Dilma,
porém, não fez qualquer menção à isenção fiscal concedida às construtoras.
A
renúncia de tributos para a construção dos estádios já soma R$ 461,7 milhões, e
passou a ser investigada pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Tribunal
de Contas da União (TCU).
A
reportagem é de Vinicius Sassine e publicada no jornal O Globo.
O
MPF identificou uma manobra no cálculo do custo dos estádios, que não estava
levando em conta o valor da isenção fiscal, e acionou o TCU numa tentativa de
evitar prejuízos aos cofres públicos.
Em
abril, o tribunal cobrou explicações do Ministério do Esporte, da Receita
Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),
responsável pelo financiamento das obras.
Até
agora, o TCU não fez análise definitiva sobre as supostas irregularidades na
concessão dos benefícios.


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