O
Ministério da Justiça afirma que o pacto federativo não será ferido pela
iniciativa, a qual em segmentos do meio jurídico e de movimentos sociais já
começa a ser classificada como a criação da "guarda pretoriana" da
presidente Dilma Rousseff ou de uma "intervenção disfarçada" para
assegurar a execução de grandes obras de infraestrutura.
A
reportagem é de Fernando Exman e publicada nesta segunda-feira (06) pelo jornal Valor.
A
medida consta de um decreto presidencial editado em março, que tem como objeto
direto a gestão integrada das forças de segurança para a proteção do meio
ambiente.
No
meio de um dos seus 13 artigos, porém, um pequeno trecho liberou o emprego da
Força Nacional de Segurança Pública em qualquer parte do território nacional a
pedido de um ministro de Estado.
Antes,
de acordo com um decreto publicado em 2004, o envio das tropas só poderia
ocorrer com a solicitação expressa do respectivo governador do Estado afetado
ou do Distrito Federal.

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