A
união entre as duas legendas é negociada há alguns meses e foi aceita em
votação por 83 dos 87 dirigentes nacionais do PPS.
Para
se efetivar, no entanto, ainda precisa de aval do próprio PMN e de registro
oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O
PPS já marcou um congresso extraordinário para a próxima quarta-feira (17) com
dirigentes do PMN para confirmar a fusão.
Se
nenhuma surpresa ocorrer, as siglas pretendem oficializar a união no mesmo dia
ou até o fim da semana junto à Justiça Eleitoral.
Confirmada
a fusão, que dará origem ao partido por enquanto denominado de Mobilização Democrática (MD), a nova sigla terá 14 deputados federais (11 do PPS mais três do PMN).
A
novidade terá reflexo imediato no RN, principalmente em relação ao PMN, partido
que conta com representação na Assembleia Legislativa, incluindo o presidente da Casa, Ricardo Motta.
Em
Assú, dois vereadores pertencem aos quadros do PMN: Francisco de Assis Souto, “Tê”;
e, João Paulo Primeiro Fernandes de Castro.

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