Neste
contexto, ele quer provocar a Câmara Municipal à realização de uma audiência
pública sobre o assunto.
Diz
Alexandre que a sucessão de ações criminosas em Assú tem sido algo já
incorporado ao cotidiano do assuense.
Observa
ele que a fragilidade do aparelho policial dificulta a obtenção de maior
eficácia no enfrentamento deste cenário.
É
esperar agora que, estimulado pelo conselheiro tutelar e dirigente do projeto
social, o Poder Legislativo mobilize-se para abraçar a causa.
É
bom relembrar que, ainda na legislatura passada, houve sugestão com tal
feitura, por iniciativa do vereador Francisco de Assis Souto, “Tê” (PMN).
No
entanto, desconhece-se a razão pela qual não foi possível ao Legislativo
promover tal discussão.
Talvez o motivo tenha
sido o excesso de trabalho dos vereadores municipais.

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