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| Imagem: Reprodução |
Em
2017, o valor foi atingido 23 dias depois (dia 02 de outubro) na comparação com
2018, adianta a informação veiculada pelo portal Maxpress.
“Esse avanço da arrecadação revela que o
problema das finanças públicas não está do lado da receita: está do lado dos
gastos. Por isso, o consumidor – que será eleitor nos dias 7 e 28 de outubro –
precisa acompanhar de perto a aplicação dos recursos e exigir que os governos
utilizem o dinheiro para melhorar os serviços públicos”, declara Marcel
Solimeo (foto), economista da ACSP.
“Esperamos que, diante dessa marca de R$ 1,6
trilhão, os candidatos – tanto ao Executivo quanto ao Legislativo – vejam que
não há espaço para mais elevação de imposto. E que as discussões foquem no
equacionamento do gasto público e na implantação das reformas necessárias,
especialmente a da Previdência”, diz o economista.
Por
fim, ele explica que o aumento arrecadatório em 2018 reflete a recuperação da
economia, mesmo que esteja fraca, e o maior faturamento com itens altamente
tributáveis, como energia e veículos.
“A inflação também
contribuiu para o resultado, embora não esteja tão elevada”, declarou.


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