A
obra pretende auxiliar a Comissão Nacional da Verdade (CNV) no reconhecimento
oficial de 1.196 casos de camponeses mortos e desaparecidos no campo em função
das diversas formas de repressão política e social entre setembro de 1961 e
outubro de 1988, período indicado pela Lei 9.140/1995 – a primeira a reconhecer
que pessoas foram assassinadas pela ditadura militar (1964-1985).
A
reportagem é de Luciano Nascimento e publicada pela Agência Brasil.
Apesar
do número expressivo (3,5 vezes acima do total de reconhecidos oficialmente
como mortos por perseguição política), apenas 51 casos foram analisados pela
Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) e, desses, 29
tiveram a causa da morte relacionada à questão política.

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