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| Imagem: Reprodução |
Ela
esteve à frente do munícipio até maio de 2016 e não declarou o uso da verba
obtida através dos programas Alimentação Escolar e três diferentes modalidades
do Dinheiro Direto na Escola (PDDE), PDDE Qualidade e PDDE Estrutura.
Os
recursos públicos repassados para a prefeitura eram destinados à melhoria da
infraestrutura física, pedagógica, de gestão das escolas e também da merenda.
Além
de não cumprir a obrigação legal de prestar contas dos mais de R$ 80 mil, Neidinha ignorou uma notificação emitida
pelo FNDE em 2016.
Para
o procurador da República Victor Queiroga, da representação do MPF com sede em Assú,
que assina as denúncias, o fato de a ex-prefeita ter se mantido omissa é grave
não só pelo desrespeito à exigência da lei, como também pelo fato de que isso
inviabiliza "a análise acerca da
regular aplicação dos recursos".
Os
repasses cuja utilização não foi comprovada somaram, em 2014, R$ 8.352,72 (PDDE
regular), R$ 8.300 (PDDE Estrutura) e R$ 1.057 (PDDE Qualidade).
Em
2015 foram enviados pelo FNDE outros R$ 26.072,72 (PDDE Regular) e R$ 36.432
(Alimentação Escolar).
A
ex-prefeita agora poderá responder por omissão no dever de prestar contas (art.
1, VII, do Decreto-Lei nº 201/67).


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